Terça-feira, 22 de Agosto de 2006

9 - Coincidências

Hoje, 22 de Agosto de 2006, logo de manhã, encontrei na papelaria aqui da Rua de Timor, em Queluz, a Revista SUPER-interessante, que por razões que não descurtino, talvez fáceis de compreender, diz respeito ao mês de Setembro de 2006. É a Revista com o número 101.

O Sr. Director Carlos Madeira, diz em «A realidade é um ponto de vista» que escreveu o texto no início de Julho, o que é inteiramente possível, num tempo em que nada já é impossível. Não é que me pareça estranho que o Diario de Notícias, por exemplo, seja acabado num dia, com data do dia seguinte.

Acontece até que, a Páginas 20, já estou a ler um artigo do Sr. Dr. Máximo Ferreira, com o título "A longa estação", quando em 18 deste mês eu escrevi, no post anterior, também sobre o assunto.

Agrada-me ver aqui confirmado muito do que tinha escrito anteriormente, para post 8, mas estarei a ser eu a ver a fita ao contrário, pois não posso comparar os meus conhecimentos e suposições com o reconhecido muito saber do Sr. Dr. Máximo Ferreira.

Tenho lamentado que me tenha sido ocultado o nome ou nomes dos Snrs. Astrónomos que até agora tiveram a paciência de me atenderem, concedendo-me o tal privilégio oferecido pelo Portal do Astrónomo, que aguardo ansiosamente para poder fazer as minhas perguntas, evitando desvios, sendo a primeira sobre a verdade científica ou inverdade desta representação orbital que mais parece destinada a convencer-nos de que a Terra gira à volta do Sol do que o que se passa na realidade com a existência das estações do ano, seja a longa estação, seja cada uma das outras. Neste contexto, salvo melhor opinião, quando se fala de velocidades deverá entender-se por velocidades angulares ou lineares? É que, segundo me parece, serão coisas diferentes nos movimentos siderais.

Pois veja-se, (refiro-me à representação apresentada na Revista 101), com a atenção devida o seguinte:

Ela parece seguir um raciocínio correcto, como se a realidade fosse o contrário da aparência que nos convence de que é o Sol que roda à nossa volta. Assim, quando olhamos a posição da Terra, em Junho, temos de nos aperceber de que o seu Eixo de rotação, que está assinalado, deve, nesse momento, apontar para o Polo Norte Celeste e que se terá aí de definir o Plano do Equador Celeste e, se a distância linear da Terra ao Sol é de cerca de 152 milhões de quilómetros, sendo a de Dezembro de  cerca de 150 milhões, segue-se que a distância entre as duas posições será de 302 milhões de quilómetros. Ora, tenho muitas dúvidas de que o Plano do Equador (ou outro paralelo?) seja o mesmo e que o Polo Norte Celeste não esteja noutro lugar do hemisfério Norte Celeste, mais ou menos afastado da Estrela Polar , contrariamente ao que qualquer pessoa, mesmo a olho nu, pode em cada noite limpa verificar, tal como eu já muitas vezes observei.

A questão posta no post 8 não pode aqui encontrar a devida resposta, salvo melhor opinião.

João Cândido

   

   

 

publicado por Clube bolsadoslotos às 13:19
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